Entramos na última semana do financiamento coletivo de "Troquei de rosto com Nicolas Cage: contos do absurdo"!
Nesta antologia que reúne 16 histórias, você encontrará a figura de Cage trabalhada das mais diversas formas: uma obsessão, um medo, uma manipulação ou uma esperança. Conhecendo, ou não, o trabalho do ator e, gostando, ou não, desse trabalho, o livro é um prato cheio para os leitores de uma boa história de terror!
Confira a sinopse de cada uma das histórias:
“O encosto” (Marcos Tadeu Mageste):
Existem nomes que jamais deveriam ser pronunciados e selos que jamais deveriam ser rompidos. Ao libertar uma presença esquecida, Natália passa a dividir seu destino com Nicolas Cage. Enquanto a realidade se fragmenta, ambos são arrastados por uma jornada que desafia a sanidade e a própria existência.
“A cidade das jaulas” (Maikon Barboza):
A escolha pelo atalho errado transforma a viagem de um casal em um sinistro pesadelo e os leva para uma cidade isolada, onde todos os habitantes têm o mesmo rosto. Um rosto conhecido no mundo inteiro! Ao passo que o tempo avança e outras loucuras começam a surgir, eles precisam preservar a própria sanidade na tentativa de sobreviver.
“A colmeia” (Vitor Vargas):
Dizem que Nicolas Cage não interpreta personagens, ele se torna cada um deles. Mas, durante as filmagens de A Colmeia, alguém descobriu que isso talvez não fosse apenas uma metáfora. Agora, um detetive precisa enfrentar um horror capaz de transformar qualquer vida em um novo papel.
“Rebobine antes de devolver” (Jaqueline Egias):
Em uma madrugada qualquer, um homem entra em uma locadora abandonada e descobre que todas as fitas exibem o mesmo rosto: Nicolas Cage. O que parece apenas uma estranha coincidência, logo se transforma em um pesadelo surreal, em que cinema e realidade deixam de ter fronteiras. À medida que segredos ocultos nas telas vêm à tona, ele percebe que alguns filmes não contam histórias — eles recrutam protagonistas. Um conto de horror psicológico, cuja metalinguagem questiona até onde vai a ficção e onde começa o verdadeiro espetáculo do medo.
“A outra face” (Bruno Andrade):
Um filme pode mudar a vida de alguém? A de Ivan mudou. Quando ele assiste ao filme Um Estranho Vampiro com Nicolas Cage, algo inesperado acontece e desencadeia uma sequência de eventos que transformam a vida do rapaz em uma completa loucura.
“Somos Cage” (Fábio Aresi):
A Praga Cinza, como ficou conhecida a pandemia de 2028 causada pelo vírus Limbophage-1, deixou uma sequela terrível para a humanidade: a completa incapacidade de sentir. Neste cenário desolado, no qual a vida se tornou monótona e sem brilho, apenas um infectado possui o sistema neuroemocional poderoso o suficiente para ser imune ao vírus: o talentoso ator Nicolas Cage. Quais serão as consequências dessa descoberta?
“O homem que comeu Nicolas Cage” (Felipe Teodoro):
Nesta história, uma presença cresce silenciosamente sob a pele de Roberto. Entre impulsos incompreensíveis e mudanças perturbadoras, ele se vê atraído por um caminho do qual talvez não exista retorno, em que a fome nunca acaba.
“As aventuras de Nick Gaiola” (Danielly Silva):
Pequenos poderes, pequenas responsabilidades. Esse é o lema de Nicolau da Silva Gaiola, um detetive particular excêntrico e atrapalhado que está disposto a resolver os mistérios mais peculiares e assombrosos do Brasil.
“Queijo reijo” (Heclair Pimentel filho):
Depois da morte de sua mãe, Lalá é assombrada por “Cage Rages”. As expressões de loucura e fúria de Nicolas Cage sinalizam o colapso espiritual do mundo, e a ancestralidade rejeitada de Lalá é a peça-chave. Conseguirá ela manter sua sanidade, resgatar sua herança tupiniquim e impedir o fim da humanidade?
“O paridor de promessas” (Rodrigo Ortiz Vinholo):
Um homem começa a botar ovos de ouro, e o que parece ser a promessa de riqueza evolui para uma proposta estranha: “botar” certo ator famoso e requisitado de Hollywood. A realidade, já bizarra, começa a se esgarçar conforme ele descobre que há mais por trás de sua própria habilidade.
“O dia em que Nikolas Kaige matou um uruguaio” (Paulo
Florindo):
Aristeu, jornalista investigativo e alcoólatra, vai até a fronteira Chuí/Chuy para resolver um crime que virou confusão cultural. Um sósia de Nicolas Cage “vira” Artigas, dá ruim no set, foge pro Uruguai e deixa todo mundo em alerta, até a lei e os fantasmas se misturarem.
“Enlouqueça como Nicolas Cage ou morra como um figurante” (Arthur Morais):
Depois de acordar sob o ataque de uma vampira e sobreviver, um homem sem memórias recentes se vê transformado em Nicolas Cage. Logo, ele se descobre preso dentro de um jogo em VHS e precisará incorporar os surtos do ator para escapar da trama com vida.
“Cageverso” (Pablo A. Rebello):
Quando Nicolas Cage se encontra com seu agente em meio a um concurso de sósias do ator no Brasil, realidade e ficção se entrelaçam no que pode se tornar seu próximo grande filme... ou o fim de uma prolífica carreira!
“Entre a lavagem pesada e a centrifugação” (Luciano Reis):
Uma obra de ficção científica, horror cósmico, surrealismo e psicodelia com algumas cenas realizadas em locais reais com um rapaz de nome Nicolas, e sua vizinha fugindo de um estranho Monge Laranja e guiados por uma leitoa, pela mente de Nicolas Cage através de uma máquina de lavar numa lavanderia self-service.
“E depois, você devolveria?” (Paulo Diniz):
Você não é Nicolas Cage. Você aluga o rosto dele por três horas, a cinquenta reais e uma coxinha. Algo fica para trás sem seu consentimento e a voz sai borrada antes da maquiagem. Você espera a risada vir. Ela não vem. Nem do homem. Nem de dentro de você.
“Engravidado por um Mustang Shelby GT500 1967” (Daniel Freitas):
O último fã caminha pelas ruínas devastadas de um mundo consumido pela falta de originalidade, onde a morte do Artista trouxe a degeneração do próprio espírito humano. Ele busca uma esperança, uma centelha de luz vinda da alma criativa original, e nada ficará em seu caminho.
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