Chegou o momento da polarização anual do Folclore BR e neste ano com mais camadas para pensar nessa grande provocação que é o dia do SACI. É possível pensar em uma festa que une as duas propostas?
O debate sobre a celebração do halloween ganha um sabor imperialismo especial em 2026 e vamos debater sobre os temas culturais em torno das datas ao vivo no Hora Folk especial que será gravado nessa segunda, 19h, no Youtube do Folclore BR.
Chegou o momento da polarização anual do Folclore BR e neste ano com mais camadas para pensar nessa grande provocação que é o dia do SACI. É possível pensar em uma festa que une as duas propostas?
O debate sobre a celebração do halloween ganha um sabor imperialismo especial em 2026 e vamos debater sobre os temas culturais em torno das datas ao vivo no Hora Folk especial que será gravado nessa segunda, 19h, no Youtube do Folclore BR.
Na cultura popular, lobisomens não tem uma aparência tão padronizada quanto na cultura pop midiática, literatura ficcional, séries, filmes ou jogos. Mesmo em países europeus, o nome pode funcionar como um grande termo guarda-chuva para pessoas que se transformam em fera. No Brasil, onde o mito descende de Portugal, não é diferente.
Assim como no resto do mundo, os causos passados pela oralidade, em nossas famílias e comunidades, são a base de tudo, sendo o principal material no qual grandes pesquisadores utilizam quando buscam explicar uma criatura sobrenatural para o leitor. Para isso, define-se uma recorrência dos relatos e sua perpetuação através do tempo em uma determinada comunidade, uma pesquisa que possui uma metodologia que se baseia em diversos aspectos do contexto histórico e social de cada região.
Neste texto, estão listados 7 tipos de lobisomens relatados no país e entendemos que essa lista pode causar certa estranheza para muitos que pensam na forma mais básica da palavra. É sempre importante deixar claro que sua etimologia (Licantropo do grego lýkos, “lobo“ ánthrōpos, “humano“) já era usada de forma genérica na Europa a partir do século XVI e essa forma uso veio para o Brasil através de Portugal. Então, a palavra LOBISOMEM acaba sendo uma generalização usada para nomear esse mito que se caracteriza na transformação de um ser humano para uma forma animal, mesmo que não seja somente na forma de um LOBO.
Analisando diferentes pesquisas e buscando mais relatos orais sobre lobisomens, podemos listar algumas de suas formas e características que mais aparecem em diferentes tempos e regiões do Brasil.
Vamos conhecer algumas delas?
Faz sentido que a aparência mais comum do Lobisomem no Brasil seja a de seu parente mais próximo. A maioria esmagadora das histórias de lobisomem por aqui falam de um cachorro anormalmente grande com olhos “em brasa”. Na maioria das vezes, tem o pelo preto e é bem comum que digam que suas patas dianteiras são bem mais curtas que as traseiras, deixando o quadril da criatura mais alto do que a cabeça.
Talvez uma das características mais únicas do lobisomem no Brasil, já que ainda não encontrei exemplos nas versões europeias. Muitas histórias destacam que o lobisomem tem orelhas muito grandes, geralmente caídas e às vezes tão longas que se arrastam no chão. Em muitos dos relatos, essas orelhas ficam se batendo e produzem estalos altos, parecidos com palmas. Dizem que o bicho usa esse som de “palma” para atrair pessoas para fora de suas casas, que pensam ser um vizinho chamando.
Características de porco aparecem com muita frequência em lobisomens no Brasil, especialmente em estados da metade norte do país. Às vezes é um porco completo, grande, muito peludo e de pelo escuro, mas em muitos outros casos a criatura têm características de cachorro misturadas com porco. Ronca alto ao invés de uivar ou latir. Vale comentar que, especialmente no Pará, existem histórias do Vira-porco ou Homem-porco, que já são entendidos como outra criatura, mas que podem ter sido influenciadas ou ter influenciado nessa forma do Lobisomem.
Como o nome sugere, esses lobisomens têm ou o pelo ou a pele amarelada, pálida, levando para a forma de monstro a aparência adoentada que muitas pessoas que se transformam em lobisomem possuem. Podem ser extremamente fedidos, ainda que essa característica também apareça bastante em outros lobisomens brasileiros. Na Região Sul, apesar de também existir o homem doente que vira lobisomem, surgiram no último século histórias de imigrantes poloneses que viravam lobisomem e que tinham pelo amarelo (provavelmente uma associação com o cabelo loiro dos polacos).
Mesmo sem esse animal na fauna local, histórias de lobisomem com aparência de lobo sobreviveram por aqui, ainda que sejam bem menos comuns que outros animais. Também tem pelos escuros quase sempre e olhos vermelhos. No Paraná, alguns deles têm a característica marcante de andarem sobre 3 patas, esticando a quarta para trás como uma cauda. Essa descrição é idêntica a histórias de lobisomens em países germânicos, e provavelmente se espalharam com a imigração norte-europeia na região.
O lobisomem morto é, como o nome indica, uma alma-penada, que vaga sem rumo por não ter mais uma sina para cumprir. A diferença entre ele e um lobisomem comum pode ser apenas no comportamento (num geral bem mais violento que o de lobisomens “vivos”), como pode se apresentar também na cor do pelo, branco como um fantasma. São poucos os relatos sobre esse Lobisomem, mas ele provavelmente é uma adaptação do mito português do Corrilário, que pode, muitas vezes, ser a alma penada de um lobisomem.
Certamente o lobisomem mais bizarro da lista. Em vários locais do Brasil, há a ideia de que, quando um homem se transforma em lobisomem, seus cotovelos e joelhos se transformam nas patas do animal. Neste caso, o lobisomem anda literalmente sobre essas quatro juntas, com as mãos batendo nas orelhas ou com a cabeça tão encolhida que se esconde. Existem relatos onde ele se transforma em cachorro, mas em outros ele simplesmente segue em forma humana, podendo correr de maneira inexplicavelmente rápida.
DICAS DO FOLCLORE BR!
O mistério do Lobisomen
Filme realizado na oficina de introdução a documentário para jovens Desvendando a Serra Grande 2 na comunidade Bom Jesus do Vermelho - Santa Rita de Ibitipoca MG. Este filme integrou a Mostra SACI 2026.
Vermelho Sangue
Analisamos a primeira temporada da série original do Globoplay que junta vampiros portugueses e lobisomens-guará, dominou nosso coração em um lugar muito específico: o de poder admitir diversos gêneros em uma fantasia nacional. Apesar da série deixar de lado uma ótima oportunidade de adaptar o lobisomem da nossa cultura popular, a produção entregou um produto de entretenimento impactante tal qual muitas séries gringas com grande números de fãs mundo afora.
Sobre o Lobisomem-Guará
A análise do fenômeno estético de um tipo de lobisomem na forma de um lobo-guará, criado em muitos quadrinhos, livros e série, vale um texto separado, mas Anderson Awvas fez um vídeo curto explicando um pouco do assunto para as redes do Folclore BR.
SE O LOBISOMEM BR NÃO É LOBO POR QUE NÃO MUDA O NOME DO BICHO?
Neste outro vídeo curto tem outra explicação respondendo a essa pergunta no canal do Folclore BR.
Fontes:
Antologia Ilustrada do Folclore Brasileiro: Estórias e Lendas de Goiás e Mato Grosso
Antologia Ilustrada do Folclore Brasileiro: Estórias e Lendas de São Paulo, Paraná e Santa Catarina (Tomo II)
Assombrações do recife velho (FREYRE)
Bestiário Tradicional Português (MATOS VALENTE)
Dicionário do Folclore Brasileiro (CASCUDO)
Estórias de Lobisomem: regionalismo e folclore (PONGETTI)
Lendas e Contos populares do Paraná
Lobisomem: Assombração e Realidade (TAVARES DE LIMA)
Ilustradora e quadrinista brasiliense, formada em Design pela Universidade de Brasília (UnB) e mestranda em Antropologia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Autora da série de textos ilustrados “Guia Brasileiro de Monstros” e das histórias em quadrinhos de ficção folclórica e cotidiano “Sétimos Filhos” e “Sétimos Filhos: A Espada de Miguel”. É membro do coletivo cultural “Folclore BR: Uma Nova Visão” e auxilia na execução e organização de atividades educativas por meio de plataformas digitais.
Na cultura popular, lobisomens não tem uma aparência tão padronizada quanto na cultura pop midiática, literatura ficcional, séries, filmes ou jogos. Mesmo em países europeus, o nome pode funcionar como um grande termo guarda-chuva para pessoas que se transformam em fera. No Brasil, onde o mito descende de Portugal, não é diferente.
Assim como no resto do mundo, os causos passados pela oralidade, em nossas famílias e comunidades, são a base de tudo, sendo o principal material no qual grandes pesquisadores utilizam quando buscam explicar uma criatura sobrenatural para o leitor. Para isso, define-se uma recorrência dos relatos e sua perpetuação através do tempo em uma determinada comunidade, uma pesquisa que possui uma metodologia que se baseia em diversos aspectos do contexto histórico e social de cada região.
Neste texto, estão listados 7 tipos de lobisomens relatados no país e entendemos que essa lista pode causar certa estranheza para muitos que pensam na forma mais básica da palavra. É sempre importante deixar claro que sua etimologia (Licantropo do grego lýkos, “lobo“ ánthrōpos, “humano“) já era usada de forma genérica na Europa a partir do século XVI e essa forma uso veio para o Brasil através de Portugal. Então, a palavra LOBISOMEM acaba sendo uma generalização usada para nomear esse mito que se caracteriza na transformação de um ser humano para uma forma animal, mesmo que não seja somente na forma de um LOBO.
Analisando diferentes pesquisas e buscando mais relatos orais sobre lobisomens, podemos listar algumas de suas formas e características que mais aparecem em diferentes tempos e regiões do Brasil.
Vamos conhecer algumas delas?
Faz sentido que a aparência mais comum do Lobisomem no Brasil seja a de seu parente mais próximo. A maioria esmagadora das histórias de lobisomem por aqui falam de um cachorro anormalmente grande com olhos “em brasa”. Na maioria das vezes, tem o pelo preto e é bem comum que digam que suas patas dianteiras são bem mais curtas que as traseiras, deixando o quadril da criatura mais alto do que a cabeça.
Talvez uma das características mais únicas do lobisomem no Brasil, já que ainda não encontrei exemplos nas versões europeias. Muitas histórias destacam que o lobisomem tem orelhas muito grandes, geralmente caídas e às vezes tão longas que se arrastam no chão. Em muitos dos relatos, essas orelhas ficam se batendo e produzem estalos altos, parecidos com palmas. Dizem que o bicho usa esse som de “palma” para atrair pessoas para fora de suas casas, que pensam ser um vizinho chamando.
Características de porco aparecem com muita frequência em lobisomens no Brasil, especialmente em estados da metade norte do país. Às vezes é um porco completo, grande, muito peludo e de pelo escuro, mas em muitos outros casos a criatura têm características de cachorro misturadas com porco. Ronca alto ao invés de uivar ou latir. Vale comentar que, especialmente no Pará, existem histórias do Vira-porco ou Homem-porco, que já são entendidos como outra criatura, mas que podem ter sido influenciadas ou ter influenciado nessa forma do Lobisomem.
Como o nome sugere, esses lobisomens têm ou o pelo ou a pele amarelada, pálida, levando para a forma de monstro a aparência adoentada que muitas pessoas que se transformam em lobisomem possuem. Podem ser extremamente fedidos, ainda que essa característica também apareça bastante em outros lobisomens brasileiros. Na Região Sul, apesar de também existir o homem doente que vira lobisomem, surgiram no último século histórias de imigrantes poloneses que viravam lobisomem e que tinham pelo amarelo (provavelmente uma associação com o cabelo loiro dos polacos).
Mesmo sem esse animal na fauna local, histórias de lobisomem com aparência de lobo sobreviveram por aqui, ainda que sejam bem menos comuns que outros animais. Também tem pelos escuros quase sempre e olhos vermelhos. No Paraná, alguns deles têm a característica marcante de andarem sobre 3 patas, esticando a quarta para trás como uma cauda. Essa descrição é idêntica a histórias de lobisomens em países germânicos, e provavelmente se espalharam com a imigração norte-europeia na região.
O lobisomem morto é, como o nome indica, uma alma-penada, que vaga sem rumo por não ter mais uma sina para cumprir. A diferença entre ele e um lobisomem comum pode ser apenas no comportamento (num geral bem mais violento que o de lobisomens “vivos”), como pode se apresentar também na cor do pelo, branco como um fantasma. São poucos os relatos sobre esse Lobisomem, mas ele provavelmente é uma adaptação do mito português do Corrilário, que pode, muitas vezes, ser a alma penada de um lobisomem.
Certamente o lobisomem mais bizarro da lista. Em vários locais do Brasil, há a ideia de que, quando um homem se transforma em lobisomem, seus cotovelos e joelhos se transformam nas patas do animal. Neste caso, o lobisomem anda literalmente sobre essas quatro juntas, com as mãos batendo nas orelhas ou com a cabeça tão encolhida que se esconde. Existem relatos onde ele se transforma em cachorro, mas em outros ele simplesmente segue em forma humana, podendo correr de maneira inexplicavelmente rápida.
DICAS DO FOLCLORE BR!
O mistério do Lobisomen
Filme realizado na oficina de introdução a documentário para jovens Desvendando a Serra Grande 2 na comunidade Bom Jesus do Vermelho - Santa Rita de Ibitipoca MG. Este filme integrou a Mostra SACI 2026.
Vermelho Sangue
Analisamos a primeira temporada da série original do Globoplay que junta vampiros portugueses e lobisomens-guará, dominou nosso coração em um lugar muito específico: o de poder admitir diversos gêneros em uma fantasia nacional. Apesar da série deixar de lado uma ótima oportunidade de adaptar o lobisomem da nossa cultura popular, a produção entregou um produto de entretenimento impactante tal qual muitas séries gringas com grande números de fãs mundo afora.
Sobre o Lobisomem-Guará
A análise do fenômeno estético de um tipo de lobisomem na forma de um lobo-guará, criado em muitos quadrinhos, livros e série, vale um texto separado, mas Anderson Awvas fez um vídeo curto explicando um pouco do assunto para as redes do Folclore BR.
SE O LOBISOMEM BR NÃO É LOBO POR QUE NÃO MUDA O NOME DO BICHO?
Neste outro vídeo curto tem outra explicação respondendo a essa pergunta no canal do Folclore BR.
Fontes:
Antologia Ilustrada do Folclore Brasileiro: Estórias e Lendas de Goiás e Mato Grosso
Antologia Ilustrada do Folclore Brasileiro: Estórias e Lendas de São Paulo, Paraná e Santa Catarina (Tomo II)
Assombrações do recife velho (FREYRE)
Bestiário Tradicional Português (MATOS VALENTE)
Dicionário do Folclore Brasileiro (CASCUDO)
Estórias de Lobisomem: regionalismo e folclore (PONGETTI)
Lendas e Contos populares do Paraná
Lobisomem: Assombração e Realidade (TAVARES DE LIMA)
Ilustradora e quadrinista brasiliense, formada em Design pela Universidade de Brasília (UnB) e mestranda em Antropologia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Autora da série de textos ilustrados “Guia Brasileiro de Monstros” e das histórias em quadrinhos de ficção folclórica e cotidiano “Sétimos Filhos” e “Sétimos Filhos: A Espada de Miguel”. É membro do coletivo cultural “Folclore BR: Uma Nova Visão” e auxilia na execução e organização de atividades educativas por meio de plataformas digitais.
AGOSTO CHEGOU e com ele mais uma edição do Somando Visões!
Está começando a décima edição do evento cultural especial do Folclore BR que celebra o mês do folclore reunindo mentes para construir novas pontes de diálogo entre os assuntos que repercutem os aspectos da diversidade cultural brasileira, seus impactos na constante transformação da sociedade e os reflexos na busca do entendimento da nossa identidade.
Durante o ano inteiro, o Folclore BR atua intensamente nos estudos, observações e análises sobre a cultura popular, o universo pop midiático e a dinâmica das redes sociais, mas em agosto separamos um momento especial para realizarmos atividades culturais através dos meios digitais de forma aberta e gratuita.
Bate-papos, textos analíticos, vídeos exclusivos, uma mostra de cinema, galeria de artes, atividades presenciais e muito mais em uma programação comprometida com a difusão e exaltação da nossa cultura seja pelo site do Folclore BR ou nas redes sociais.
Mãos e Memória
Neste ano, temos um subtítulo temático que aborda todos os aspectos da identidade visual e do momento que vivemos e refletimos sobre o evento. “Mãos e Memória” evoca a dimensão da importância da manualidade e anuncia o comprometimento com a criação humana trazendo como símbolo objetos de artesanato e toda sua valorização que será abordada ao longo deste mês.
A ideia nessa décima edição é aproveitar esse número redondo para refletir sobre um fechamento de ciclo relembrando o que ja foi feito e honrando todo o processo que moldei para chegar até aqui. O evento sempre foi algo muito pessoal, que me ajudou a estudar e pensar mais sobre todos os assuntos que me inquietam quando ao folclore brasileiro e seus caminhos. Tenho muito orgulho de ter construído isso e de ter conseguido o apoio de tantos artistas, pesquisadores e produtores culturais que colaboraram durante esses quase 10 anos.
Consideramos agosto um mês especial devido no seu dia 22 é o celebrado Dia Internacional do Folclore em referência a primeira citação do próprio termo (o então “folklore”) em um artigo publicado neste dia em 1846 pelo pesquisador britânico William John Thoms. No Brasil, a data é motivo aulas especiais, apresentações, brincadeiras e diversos tipos de festivais para celebrar a nossa cultura popular e, nesse momento, temos uma grande oportunidade de ampliar o debate e furar algumas bolhas enquanto o tema está em alta.
Como comercializar uma tradição tão ligada a cultura? Junto do artesanato vem o tempo e dedicação da vida de uma pessoa. Um papo sobre a valorização do artesanato, do artesão e das técnicas manuais ancestrais de arte e a percepção que se dilui em tempos de impressora 3D.
Memória: Revisitando o tema “Folclore é produto?” da segunda edição do evento em 2018.
Com: Marina Torrecilha (Copa de Barro) e Diego Rosendo
Novos e antigos mundos emergem a todo tempo da nossa cultura e seu universo de possibilidades que desaguam na literatura fantástica brasileira. Um papo relembrando a trajetória de escritores e pesquisadores que escolheram a cultura popular como seu caminho de inspiração.
Memória: Revisitando o tema “Universos Folclóricos” da primeira edição do evento em 2017.
Com: Ian Fraser, Gustavo Rosseb, Felipe Castilho e Gabriel Billy.
Contar histórias de terror embaixo da coberta à noite com apenas a lanterna acesa é uma clássica brincadeira de criança e se colocou lendas no meio... é sucesso! Um papo comentando um tema que tem voltado no universo da animação brasileira, o gênero “terror para crianças”, suas possibilidades e responsabilidades.
Memória: Revisitando os temas “Folclore animado no universo infantil” de 2017 e “O assunto mais assustador do folclore!” da terceira edição do evento em 2019.
Com: Otoniel Oliveira (A Sensacional Vilabarca), Igor Herrera (Causos de Domingos), e Clara (Caci Pati tomou um capote).
O termo “mitologia brasileira” é usado de forma genérica para apresentar uma espécie de “panteão de deuses brasileiros” em uma grande mistureba de diversas mitologias indígenas e personagens aleatórios do folclore. Apesar de uma prática comum, e não exclusiva do Brasil, é um comportamento problemático. Um papo sobre o verdadeiro “iceberg” da grande mistureba cultural tentando criar um panteão mitológico nacional.
Memória: Revisitando dois temas de 2020 “O que seria essa mitologia brasileira?” e “Vamos falar de mitologia cristã?”
Um papo do Coletivo Folclore BR refletindo sobre o fechamento do ciclo de 10 edições e os pensamentos sobre o futuro do projeto. Desde 2017, o objetivo do projeto sempre permaneceu no sentido do aprofundamento de ideias sem perder a conexão com a base.
Com: Ian Fraser, Mikael Quites, Andriolli Costa e Lorena Herrero.
Todas as postagens, textos e artes que aparecerão pelas redes sociais será documentada no site oficial do evento em https://folclorebr.com/somando2026
Vem somar com a gente! Viva a cultura popular!
Texto e organização geral: Anderson Awvas Direção de Arte: Fernando PJ
AGOSTO CHEGOU e com ele mais uma edição do Somando Visões!
Está começando a décima edição do evento cultural especial do Folclore BR que celebra o mês do folclore reunindo mentes para construir novas pontes de diálogo entre os assuntos que repercutem os aspectos da diversidade cultural brasileira, seus impactos na constante transformação da sociedade e os reflexos na busca do entendimento da nossa identidade.
Durante o ano inteiro, o Folclore BR atua intensamente nos estudos, observações e análises sobre a cultura popular, o universo pop midiático e a dinâmica das redes sociais, mas em agosto separamos um momento especial para realizarmos atividades culturais através dos meios digitais de forma aberta e gratuita.
Bate-papos, textos analíticos, vídeos exclusivos, uma mostra de cinema, galeria de artes, atividades presenciais e muito mais em uma programação comprometida com a difusão e exaltação da nossa cultura seja pelo site do Folclore BR ou nas redes sociais.
Mãos e Memória
Neste ano, temos um subtítulo temático que aborda todos os aspectos da identidade visual e do momento que vivemos e refletimos sobre o evento. “Mãos e Memória” evoca a dimensão da importância da manualidade e anuncia o comprometimento com a criação humana trazendo como símbolo objetos de artesanato e toda sua valorização que será abordada ao longo deste mês.
A ideia nessa décima edição é aproveitar esse número redondo para refletir sobre um fechamento de ciclo relembrando o que ja foi feito e honrando todo o processo que moldei para chegar até aqui. O evento sempre foi algo muito pessoal, que me ajudou a estudar e pensar mais sobre todos os assuntos que me inquietam quando ao folclore brasileiro e seus caminhos. Tenho muito orgulho de ter construído isso e de ter conseguido o apoio de tantos artistas, pesquisadores e produtores culturais que colaboraram durante esses quase 10 anos.
Consideramos agosto um mês especial devido no seu dia 22 é o celebrado Dia Internacional do Folclore em referência a primeira citação do próprio termo (o então “folklore”) em um artigo publicado neste dia em 1846 pelo pesquisador britânico William John Thoms. No Brasil, a data é motivo aulas especiais, apresentações, brincadeiras e diversos tipos de festivais para celebrar a nossa cultura popular e, nesse momento, temos uma grande oportunidade de ampliar o debate e furar algumas bolhas enquanto o tema está em alta.
Como comercializar uma tradição tão ligada a cultura? Junto do artesanato vem o tempo e dedicação da vida de uma pessoa. Um papo sobre a valorização do artesanato, do artesão e das técnicas manuais ancestrais de arte e a percepção que se dilui em tempos de impressora 3D.
Memória: Revisitando o tema “Folclore é produto?” da segunda edição do evento em 2018.
Com: Marina Torrecilha (Copa de Barro) e Diego Rosendo
Novos e antigos mundos emergem a todo tempo da nossa cultura e seu universo de possibilidades que desaguam na literatura fantástica brasileira. Um papo relembrando a trajetória de escritores e pesquisadores que escolheram a cultura popular como seu caminho de inspiração.
Memória: Revisitando o tema “Universos Folclóricos” da primeira edição do evento em 2017.
Com: Ian Fraser, Gustavo Rosseb, Felipe Castilho e Gabriel Billy.
Contar histórias de terror embaixo da coberta à noite com apenas a lanterna acesa é uma clássica brincadeira de criança e se colocou lendas no meio... é sucesso! Um papo comentando um tema que tem voltado no universo da animação brasileira, o gênero “terror para crianças”, suas possibilidades e responsabilidades.
Memória: Revisitando os temas “Folclore animado no universo infantil” de 2017 e “O assunto mais assustador do folclore!” da terceira edição do evento em 2019.
Com: Otoniel Oliveira (A Sensacional Vilabarca), Igor Herrera (Causos de Domingos), e Clara (Caci Pati tomou um capote).
O termo “mitologia brasileira” é usado de forma genérica para apresentar uma espécie de “panteão de deuses brasileiros” em uma grande mistureba de diversas mitologias indígenas e personagens aleatórios do folclore. Apesar de uma prática comum, e não exclusiva do Brasil, é um comportamento problemático. Um papo sobre o verdadeiro “iceberg” da grande mistureba cultural tentando criar um panteão mitológico nacional.
Memória: Revisitando dois temas de 2020 “O que seria essa mitologia brasileira?” e “Vamos falar de mitologia cristã?”
Um papo do Coletivo Folclore BR refletindo sobre o fechamento do ciclo de 10 edições e os pensamentos sobre o futuro do projeto. Desde 2017, o objetivo do projeto sempre permaneceu no sentido do aprofundamento de ideias sem perder a conexão com a base.
Com: Ian Fraser, Mikael Quites, Andriolli Costa e Lorena Herrero.
Todas as postagens, textos e artes que aparecerão pelas redes sociais será documentada no site oficial do evento em https://folclorebr.com/somando2026
Vem somar com a gente! Viva a cultura popular!
Texto e organização geral: Anderson Awvas Direção de Arte: Fernando PJ
AMOSTRA DA MOSTRA SACI EM BELÉM CONFIRA A PROGRAMAÇÃO! 📢 O Cine Alexandrino Moreira, localizado na Casa das Artes, em Belém-PA, recebe a Amostra da Mostra Saci com programação gratuita voltada ao público infantil. As exibições ocorrerão de 14 a 30 de julho, sempre terças e quintas-feiras, às 10h, reunindo curtas-metragens que dialogam com o folclore brasileiro por meio de histórias inspiradas em lendas, tradições, festas e saberes da cultura popular.
A iniciativa apresenta um recorte da Mostra Saci - Somando Arte no Cinema Independente, projeto, desde 2023, que promove a difusão de produções audiovisuais independentes de diferentes regiões do país.
De acordo com Felipe Pamplona, técnico em Gestão Cultural Audiovisual da Casa das Artes, a programação reforça a proposta do Cine Alexandrino Moreira de exibir o cinema brasileiro independente e de ampliar o acesso do público infantil a esse tipo de produção durante o período de férias escolares. “Com produções que normalmente não chegam às salas comerciais, queremos oferecer às crianças, no período da manhã, a oportunidade de vivenciar a experiência do cinema e conhecer obras que dialogam com a nossa cultura, identidade e realidade”, destaca.
Essa exibição especial em Belém é composta por filmes selecionados em anos anteriores pela curadoria da mostra e não possui filmes que estarão na 4ª edição que ocorrerão em agosto.
Para Anderson Awvas, responsável pela exibição da Mostra Saci, a realização desta programação amplia o alcance da iniciativa e fortalece a difusão do audiovisual independente. “Ter a nossa mostra ocupando o Cine Alexandrino é uma oportunidade de apresentar a Belém a potência do audiovisual inspirado no imaginário e nas culturas que existem e resistem nos quatro cantos do país. Exibir essas obras em um espaço renovado também contribui para preservar nossa memória e aproximar novas gerações da cultura popular”, afirma.
A realização da Amostra da Mostra Saci no Cine Alexandrino Moreira integra a programação da colônia de férias da Fundação Cultural do Pará, ampliando as opções gratuitas de cinema, cultura e lazer para crianças e famílias durante o período de férias escolares.
Programação:
14/07 (reexibição 16/07) Era uma Noite de São João Contos Mirabolantes - O Olho do Mapinguari Min e as Mãozinhas em Olha Lá, Iara! Causos de Domingo: O Corpo-Seco Eu e o Boi, o Boi e Eu Lá Vem o Boi
21/07 (reexibição 23/07) Cadê o Manulengo que Tava Aqui? Babau- O Sanfoneiro Sonhador 5 Fitas
28/07 (reexibição 30/07) Sacis Zé Lins e o Cangaceiro Comadre Florzinha Além das Pipas Córgo do Meio
Serviço Mostra Saci Período: de 14 a 30 de julho Local: Cine Alexandrino Moreira - Casa das Artes Sessões: terças e quintas-feiras, às 10h Entrada gratuita
Site: folclorebr.com/mostrasaci
AMOSTRA DA MOSTRA SACI EM BELÉM CONFIRA A PROGRAMAÇÃO! 📢 O Cine Alexandrino Moreira, localizado na Casa das Artes, em Belém-PA, recebe a Amostra da Mostra Saci com programação gratuita voltada ao público infantil. As exibições ocorrerão de 14 a 30 de julho, sempre terças e quintas-feiras, às 10h, reunindo curtas-metragens que dialogam com o folclore brasileiro por meio de histórias inspiradas em lendas, tradições, festas e saberes da cultura popular.
A iniciativa apresenta um recorte da Mostra Saci - Somando Arte no Cinema Independente, projeto, desde 2023, que promove a difusão de produções audiovisuais independentes de diferentes regiões do país.
De acordo com Felipe Pamplona, técnico em Gestão Cultural Audiovisual da Casa das Artes, a programação reforça a proposta do Cine Alexandrino Moreira de exibir o cinema brasileiro independente e de ampliar o acesso do público infantil a esse tipo de produção durante o período de férias escolares. “Com produções que normalmente não chegam às salas comerciais, queremos oferecer às crianças, no período da manhã, a oportunidade de vivenciar a experiência do cinema e conhecer obras que dialogam com a nossa cultura, identidade e realidade”, destaca.
Essa exibição especial em Belém é composta por filmes selecionados em anos anteriores pela curadoria da mostra e não possui filmes que estarão na 4ª edição que ocorrerão em agosto.
Para Anderson Awvas, responsável pela exibição da Mostra Saci, a realização desta programação amplia o alcance da iniciativa e fortalece a difusão do audiovisual independente. “Ter a nossa mostra ocupando o Cine Alexandrino é uma oportunidade de apresentar a Belém a potência do audiovisual inspirado no imaginário e nas culturas que existem e resistem nos quatro cantos do país. Exibir essas obras em um espaço renovado também contribui para preservar nossa memória e aproximar novas gerações da cultura popular”, afirma.
A realização da Amostra da Mostra Saci no Cine Alexandrino Moreira integra a programação da colônia de férias da Fundação Cultural do Pará, ampliando as opções gratuitas de cinema, cultura e lazer para crianças e famílias durante o período de férias escolares.
Programação:
14/07 (reexibição 16/07) Era uma Noite de São João Contos Mirabolantes - O Olho do Mapinguari Min e as Mãozinhas em Olha Lá, Iara! Causos de Domingo: O Corpo-Seco Eu e o Boi, o Boi e Eu Lá Vem o Boi
21/07 (reexibição 23/07) Cadê o Manulengo que Tava Aqui? Babau- O Sanfoneiro Sonhador 5 Fitas
28/07 (reexibição 30/07) Sacis Zé Lins e o Cangaceiro Comadre Florzinha Além das Pipas Córgo do Meio
Serviço Mostra Saci Período: de 14 a 30 de julho Local: Cine Alexandrino Moreira - Casa das Artes Sessões: terças e quintas-feiras, às 10h Entrada gratuita
As obras de histórias em quadrinhos criadas por Waldeir Brito abordam a cultura maranhense com temas diferentes que passam por dramas familiares e universos fantásticos totalmente mergulhados na cultura do estado.
Waldeir é um artista visual maranhense, de São Luís, que usa de inspirações culturais de forma profunda e criativa em boa parte de seu material autoral. Figura carimbada por aqui no Folclore BR, ele já participou de lives, criou artes para o jogo Poranduba e divulgamos o seu “Tarô Maranhense”.
“Qualquer tema pode ser abordado no Nordeste ou Maranhão e gosto de colocar a cultura como pano de fundo, assim as personagens são imersas numa espécie de caldo cultural que as molda e seus anseios e dramas podem tomar corpo e foco, sem perder as raízes. É como se elas ficassem firmes no espaço e tempo.” – Waldeir.
Na HQ Boi de Tobias, acompanhamos a vida de Alcina e seu desejo em ser brincante do bumba meu boi da família, um grupo de Boi do sotaque de zabumba do município de Cedral. Na história, vemos como o machismo do pai molda a forma como a brincadeira era organizada e, para além disso, a história reflete diversas vivências de Bois tradicionais maranhenses, onde mulheres não podiam brincar, mas, com os anos, acabaram se tornando suas principais representantes. Vemos o perigo do desaparecimento do grupo e a necessidade da brincadeira na vida dos brincantes. A web comic presa por uma narrativa mais realista, lidando com a cultura como pano de fundo.
Em O Mangue e o Raio, em outro universo acompanhando Mundoca, uma velha sacerdotisa que decide abdicar de seus poderes e cargo, porém é confrontada com um grande problema em sua região, uma invasão de colonizadores. Então, ela parte em uma jornada para salvar seu povo e sua região. Esta história traz aspectos de alta fantasia com feiticeiros e criaturas. Além da protagonista idosa, que por si só já carrega uma miríade de questões, ela representa os cazumbás, personagens presentes no bumba meu boi maranhense, além de refletir alguns aspectos de religiões de encantados, como o Tambor de Mina e Terecô.
Além do traço cuidadoso e narrativa fluida, os quadrinhos nos levam para um ambiente criativo que deixa claro o potencial inspiracional da nossa cultura que vai além de mimetizar formatos estabelecidos mundialmente. Fica aqui esse gesto de recomendação para que acompanhe suas obras pelas redes em @WaldeirBrito
QUADRINHO INSPIRADO NA CULTURA POPULAR!
As obras de histórias em quadrinhos criadas por Waldeir Brito abordam a cultura maranhense com temas diferentes que passam por dramas familiares e universos fantásticos totalmente mergulhados na cultura do estado.
Waldeir é um artista visual maranhense, de São Luís, que usa de inspirações culturais de forma profunda e criativa em boa parte de seu material autoral. Figura carimbada por aqui no Folclore BR, ele já participou de lives, criou artes para o jogo Poranduba e divulgamos o seu “Tarô Maranhense”.
“Qualquer tema pode ser abordado no Nordeste ou Maranhão e gosto de colocar a cultura como pano de fundo, assim as personagens são imersas numa espécie de caldo cultural que as molda e seus anseios e dramas podem tomar corpo e foco, sem perder as raízes. É como se elas ficassem firmes no espaço e tempo.” – Waldeir.
Na HQ Boi de Tobias, acompanhamos a vida de Alcina e seu desejo em ser brincante do bumba meu boi da família, um grupo de Boi do sotaque de zabumba do município de Cedral. Na história, vemos como o machismo do pai molda a forma como a brincadeira era organizada e, para além disso, a história reflete diversas vivências de Bois tradicionais maranhenses, onde mulheres não podiam brincar, mas, com os anos, acabaram se tornando suas principais representantes. Vemos o perigo do desaparecimento do grupo e a necessidade da brincadeira na vida dos brincantes. A web comic presa por uma narrativa mais realista, lidando com a cultura como pano de fundo.
Em O Mangue e o Raio, em outro universo acompanhando Mundoca, uma velha sacerdotisa que decide abdicar de seus poderes e cargo, porém é confrontada com um grande problema em sua região, uma invasão de colonizadores. Então, ela parte em uma jornada para salvar seu povo e sua região. Esta história traz aspectos de alta fantasia com feiticeiros e criaturas. Além da protagonista idosa, que por si só já carrega uma miríade de questões, ela representa os cazumbás, personagens presentes no bumba meu boi maranhense, além de refletir alguns aspectos de religiões de encantados, como o Tambor de Mina e Terecô.
Além do traço cuidadoso e narrativa fluida, os quadrinhos nos levam para um ambiente criativo que deixa claro o potencial inspiracional da nossa cultura que vai além de mimetizar formatos estabelecidos mundialmente. Fica aqui esse gesto de recomendação para que acompanhe suas obras pelas redes em @WaldeirBrito
O Boi-Bumbá Caprichoso conquistou o título do 59º Festival Folclórico de Parintins. A apuração foi realizada na tarde desta segunda-feira (29), no Bumbódromo, local da apresentação dos bumbás em Parintins-AM.
Quarto título do Bumbá nos últimos cinco anos, tirando a chance de bicampeonato do boi contrário, o Garantido. Com o tema “Brinquedo que canta seu chão”, o boi da estrela azul alcançou seu 27º vencendo as duas últimas noites de apresentação.
Caprichoso alcançou 1.259,0 pontos contra 1.258,3 pontos do Garantido. Em um ano com mudanças de regulamento em relação a cabine dos jurados, a diferença entre os bois foi de 0,7 pontos e é maior do que a vitória do Garantido em 2025 (0,5).
Um dos destaques em relação a apresentação ficou com o polêmico tablado, palco de performance que aproximava os itens das cabines dos jurados, uso optado apenas pelo Caprichoso.
Esse é o 27º título do Boi bumbá Caprichoso e o Folclore BR acompanhou 2 das 3 noites em uma mega-live disponível no Youtube.
O Boi-Bumbá Caprichoso conquistou o título do 59º Festival Folclórico de Parintins. A apuração foi realizada na tarde desta segunda-feira (29), no Bumbódromo, local da apresentação dos bumbás em Parintins-AM.
Quarto título do Bumbá nos últimos cinco anos, tirando a chance de bicampeonato do boi contrário, o Garantido. Com o tema “Brinquedo que canta seu chão”, o boi da estrela azul alcançou seu 27º vencendo as duas últimas noites de apresentação.
Caprichoso alcançou 1.259,0 pontos contra 1.258,3 pontos do Garantido. Em um ano com mudanças de regulamento em relação a cabine dos jurados, a diferença entre os bois foi de 0,7 pontos e é maior do que a vitória do Garantido em 2025 (0,5).
Um dos destaques em relação a apresentação ficou com o polêmico tablado, palco de performance que aproximava os itens das cabines dos jurados, uso optado apenas pelo Caprichoso.
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Este post é exclusivo para quem segue Folclore BR | Cultura Popular & POP.
Um bate-papo especial reúne o Folclore BR e a equipe do Papo de Toada, podcast dedicado à análise das toadas de boi-bumbá, para preparar o público para o Festival Folclórico de Parintins 2026.
O encontro convida quem quer acompanhar o festival pela TV, mas também comenta sobre a viagem até Parintins, além das explicações e debates sobre o que é o bumbódromo, as toadas, os itens de avaliação, a história dessa manifestação popular e compartilhamento das expectativas para edição deste ano.
Na Mesa: Anderson Awvas, Fellipe Barroso, Tio Hélio, Thiago Tártaro e Zuldimar Júnior.
O Hora Folk é o tradicional programa de notícias culturais que reflete sobre o mundo do entretenimento e a perspectiva do folclore em diálogo com temas sociais da atualidade.
[Programa Gravado em 04/06/26] Hora Folk 46 | BLOCO ÚNICO.
Um bate-papo especial reúne o Folclore BR e a equipe do Papo de Toada, podcast dedicado à análise das toadas de boi-bumbá, para preparar o público para o Festival Folclórico de Parintins 2026.
O encontro convida quem quer acompanhar o festival pela TV, mas também comenta sobre a viagem até Parintins, além das explicações e debates sobre o que é o bumbódromo, as toadas, os itens de avaliação, a história dessa manifestação popular e compartilhamento das expectativas para edição deste ano.
Na Mesa: Anderson Awvas, Fellipe Barroso, Tio Hélio, Thiago Tártaro e Zuldimar Júnior.
O Hora Folk é o tradicional programa de notícias culturais que reflete sobre o mundo do entretenimento e a perspectiva do folclore em diálogo com temas sociais da atualidade.
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