Já são duas semanas de campanha e chegamos em 15% da meta.
Mas a campanha ainda precisa chegar a 100% para que o livro possa encontrar seus leitores!
E, afinal, por que falar sobre o fim do mundo?
O fim, aqui, não é apenas um acontecimento futuro. Às vezes, ele já está acontecendo devagar, de maneira quase invisível. Para a autora, nenhum ser vivo é dispensável. Cada espécie participa, à sua maneira, da complexa rede que sustenta a vida na Terra.
É justamente sua relação com os animais que a aproxima das questões ambientais. Diante dos impactos que o abandono e a degradação ambiental provocam sobre outras formas de vida, fechar os olhos não é uma opção.
Sua escrita nasce também desse incômodo: da tentativa de pensar sobre cuidado, adoção, acolhimento, responsabilidade e, sobretudo, de fazer com que mais pessoas reconheçam a importância dessas questões.
Há, nesse movimento, uma espécie de esperança difícil de sustentar. Talvez seja otimismo; talvez seja simplesmente a recusa em aceitar que não há alternativa. Seja como for, é dessa insistência que também nasce a Plaquete Para o Fim do Mundo: da escolha de continuar olhando para os problemas do presente e tentando imaginar outras formas de existência, antes que seja tarde demais.
Conheça o projeto e acompanhe a nossa campanha no Catarse!


Seja o primeiro a comentar
Faça o login para comentar.
Entrar