Sou o Rodrigo Guedes. Nasci em Florianópolis, em 1976, e passei quase vinte anos trabalhando como animador, designer e diretor de arte, até entender que, no fundo, o que eu sempre fiz (e amo fazer) foi contar histórias.
Escrevo ficção onde a linguagem, percepção e realidade se encontram, cruzam, produzem algo. Meus dois primeiros livros — Allison: Identidade Programada (Lumus) e Menina Wi-Fi (Ases da Literatura) — nasceram dessa inquietação: a de que o mundo é feito de mais estados do que a gente costuma enxergar.
Meu trabalho atual gira em torno de um universo próprio, os Semionautas, e de um gênero que criei para dar nome a ele: a Semio-Fi. Pensa nisso como o encontro entre a semiótica e a ficção especulativa. É também o tema da minha pesquisa de mestrado em Literatura.
Acredito em histórias construídas com cuidado, do texto ao objeto físico (as mesmas que amo ler, e sei que vocês também). Em universos que se expandem para além das páginas. E em fazer isso de forma independente, com qualidade e no meu próprio tempo. Por isso o financiamento coletivo, que permite criar do jeito certo e junto de quem quer estar nessa desde o começo.
Se você curte mundos narrativos, personagens que fazem as perguntas que levam a vida (e a história) adiante e a sensação de que existe algo além do visível no comum de todos os dias, acho que a gente vai se entender.
