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MALIÉVITCH: Forma, Cor e Sensação

Um achado valiosíssimo

Por aqui vamos continuar contando sobre nosso processo de edição do maravilhoso livro de Esfir Chub, Minha vida é o cinema: em plano aberto que verdadeiramente, traz joias raras para os pesquisadores e admiradores do cinema, do cinema soviético, mas também para a História Social e Política.

Há um trecho incrível em que a cineasta narra o encontro de uma foto encantadora e que, na certa, muitos de vocês já viram circulando por aí: a imagem de Lênin com um gato no colo em que se espelha a inequívoca ternura do líder bolchevique pelo bichano.

No livro, Chub vai contando como foi difícil buscar e encontrar documentos fílmicos do período imperial, mas também da Revolução de Outubro, para fazer seu filme O grande caminho (1927) que era, justamente para as celebrações dos dez primeiros anos dessa revolução. Diz ela:

“O exame desse material identificou um achado valiosíssimo: um negativo desconhecido de uma filmagem de V. I. Lênin, filmado em primeiro plano com um gato no colo (fragmentos mostrados pela primeira vez em O grande caminho).“

Acredito que nenhum de vocês sabia que essa “fotografia” quase esteve perdida e foi recuperada justamente devido aos esforços de Chub, a grande maga da mesa de montagem e grande diretora do período revolucionário.

Este relato da cineasta está no artigo “O primeiro trabalho”, publicado na revista Soviétski Ekrán (Moscou, 1928, n. 51). Chub narra as dificuldades de buscar e selecionar rolos e mais rolos de filmes dispersos pelo mundo, a dificuldade de recuperá-los e o que isso significa para a documentação histórica da URSS, de Lênin e da história política e social.

O artigo, publicado na revista Soviétski Ekrán (Moscou, 1928, n. 51), está incluído no livro Minha vida é o cinema: em plano aberto. Traduzido do russo para o português por Luis Felipe Labaki. São Paulo: Kinoruss, no prelo.

Mulheres de cinema, de música e de poesia

Por aqui nos entusiasmamos tanto com a produção do segundo volume de Minha vida é o cinema que, como contamos no último post, criamos uma conta no Spotify, a Kinoruss Edições [Sonora], onde nasceu a playlist Esfir Chub Musical.

À medida que temos um tempinho, vamos postando as músicas que subimos, que são indicações de leitores e/ou amigos e amigas. Você curte essa ideia?

Com isso, também buscamos aproximar você dessa arte sonora denominada "clássica" ou "erudita", em que o povo mais ao leste é simplesmente genial, lembrando aqui, de raspão, que não nos referimos apenas à Rússia, pois temos nomes como Béla Bartók, da Hungria; Antonín Dvořák, da República Tcheca e, talvez o mais conhecido, Frédéric Chopin, da Polônia, dentre muitos outros.

Na playlist Esfir Chub Musical, por enquanto, há apenas compositores e compositoras russas. E hoje vou citar uma mulher que, assim como Chub, foi invisibilizada, não apenas mundialmente, mas também em seu país de origem.

Trata-se de Iúlia Veissberg (1880-1942), que aparece na foto desse post. Ela foi uma das primeiras compositoras profissionais da Rússia. Formada por mestres como Max Reger, Engelbert Humperdinck e Rímski-Kórsakov de quem foi nora. Sua carreira sofreu abalos a partir da Revolução e ela acabou por ser silenciada. Em 1942, morreu de fome e exaustão durante o cerco a Leningrado.

Se sua música, que não era ouvida desde o início do século XX, nos chega hoje é porque a magnífica soprano Sarah Moulton Faux, além de interpretá-la foi a responsável por trazê-la de volta à cena, após exaustiva investigação das partituras e da vida de Iúlia Veissberg.

E os versos que Sarah canta nesta música, "Gulnara's Song, Op. 32”, de nossa playlist, são de Sofia Parnok (1885-1933), jornalista, tradutora e poeta, a "Safo russa”, grande amor de Marina Tsvetáeva (1892-1941). Assim, trazemos mulheres celebrando mulheres artistas, geniais, sensíveis, com obras ímpares.

Vale lembrar que foi nosso amigo Irineu Franco Perpétuo, crítico musical e tradutor do russo, quem nos presenteou com essa indicação tão especial. Agradecemos demais!

E você, conhecia essa música? Sabe alguma coisa sobre mulheres compositoras do leste europeu? Pois salve este post e siga-nos no Spotify para ouvir a nossa playlist atualizada.

Aproveito para lembrar que estamos disponibilizando artigos sobre nossa pesquisa e o mundo de nossos livros no Substack. Vale a visita!

Viva Esfir Chub! Obrigada ! ! !

Agradecemos a todas e todos que contribuíram com essa campanha tão linda e cheia de emoções!

Fechamos este ciclo de apoios, mas, a produção de nosso livro continua a todo vapor.

Continuem nos acompanhando por aqui e também no Instagram, onde fazemos posts mais curtos e ainda no Substack, onde recentemente começamos a publicar artigos com mais informações sobre o universo de nossa pesquisa e edições.

Nesta edição contamos com a participação de parceiras e parceiros que nos honram com sua competência, seriedade e comprometimento com a pesquisa e com as artes do livro: Erivoneide Barros, Fernanda Heitzman, Karla Holanda, Lúcia Monteiro, Luis Felipe Labaki, Neide Jallageas, Paulo Angerami e Rodrigo Alves do Nascimento. Também Priscila Marques esteve conosco na primeira etapa do projeto.

E tivemos o apoio da Numa Editora, parceira na divulgação de mulheres que trabalham com cinema e de Joyce Pais, do Clube das Diretoras (o "Diretoras" já diz tudo, não é mesmo?).

No caminho da campanha nos entusiasmamos com as músicas que ouvíamos e relacionávamos com Chub e criamos uma playlist colaborativa. Convidamos você a participar. É a "Esfir Chub Musical" no canal KINORUSS EDIÇÕES [SONORA] no Spotify que você acessa aqui: https://sptfy.bio/esfirchubmusical. Se quiser colaborar com nossa playlist, envie um link para nós em editora@kinoruss.com.br com a sua escolha sonora e umas três linhas contando para nós sobre a conexão que você faz desse som escolhido com Esfir Chub. Vamos ficar felizes em postar a sua música !

E se você souber de qual filme retiramos a sequência desse post, conte para nós !

NOVO LIVRO de Esfir Chub na Kinoruss: Neste 2º volume, o quadro se amplia 🎞️

!! ESTÁ NO AR: a nova campanha do 2º livro de Esfir Chub no Catarse!

Capa de "Minha vida é o cinema: em plano fechado" e "Minha vida é o cinema: em plano aberto", de Esfir Chub.🌟 Destaque inédito no mundo:

A Kinoruss tem a honra de ser a primeira editora do planeta a publicar este livro de artigos, roteiros e cartas de Esfir Chub, com tradução direta do russo, assinada por Luis Felipe Labaki. Na própria Rússia, esses textos foram editados apenas uma vez, em 1972 e, desde então, nunca mais. Ou seja: ao apoiar esta campanha, você está colaborando para um resgate histórico editorial sem precedentes em escala global.

E mais: a obra inclui 5 ensaios de pesquisadoras e pesquisadores contemporâneos que se debruçam sobre a arte e princípios estéticos e políticos de Chub, para demonstrar o que as invenções dessa incrível cineasta tem a ver com as práticas audiovisuais do momento em que vivemos e com o lugar da mulher na História do Cinema, mas também na contemporaneidade.

Paulo Angerami, designer da edição brasileira dos livros de Esfir Chub, tomou como paleta de formas e cores as capas das Revistas Arquitetura Moderna (Sovremniénnaia Arkhitektura), assinadas por Aleksei Gan (companheiro de Chub) e em especial a de nº 2.

Capa de "Minha vida é o cinema: em plano aberto", de Esfir Chub.Originalmente, o livro autobiográfico de Chub, Minha vida é o cinema, foi publicado na União Soviética em 1959 (com projeto gráfico de Varvára Stepánova) e em 1972, em edição ampliada, com artigos, roteiros e cartas da cineasta. Depois disso, praticamente desapareceu, e nunca foi traduzido para nenhuma outra língua.

Em 2019, a Kinoruss iniciou o processo editorial da obra completa. O primeiro volume, Minha vida é o cinema: em plano fechado, reuniu as memórias da autora e foi lançado em 2022, traduzido por Priscila Marques.

Agora, em 2026, o segundo volume, Minha vida é o cinema: em plano aberto traz esse mergulho no processo criativo de Chub: uma coletânea organizada com artigos teóricos e de crítica, roteiros que nunca foram filmados e cartas pessoais e profissionais de Chub — exatamente nesta ordem, acrescido dos 5 ensaios contemporâneos.

É uma obra inigualável e inédita em todo mundo.

Apoie nossa iniciativa!

📘 Além disso, nessa campanha temos recompensas incríveis, além do livro que será publicado. Uma delas é uma versão fac-similar da revista Tela Soviética (Soviétskii Ékran) e outra é o livro Mulheres de cinema, organizado por Karla Holanda (@karla.holanda1), editado pela Numa Editora (@numaeditora).

Confira em: www.catarse.com.br/chub2 

Se puderem apoiar, ficaremos muito felizes. E, se não for possível contribuir neste momento, compartilhar a campanha já ajuda enormemente a fazer com que o trabalho de Chub alcance novos leitores.

No fim das contas, fica a pergunta: como é possível que uma obra tão original, tão consistente e tão atual continue tão pouco conhecida? A resposta, a partir de agora, depende de nós. 

Muito obrigada!

Editora Kinoruss.

Queridos apoiadores, como vão? Esperamos que bem!

Você que acreditou em nossa campanha para realização do livro Forma, cor e SENSAÇÃO; saiba que já estamos com a 9ª campanha no ar!

A Kinoruss dá continuidade ao Selo VKHUTEMAS: Chega agora o terceiro volume da coleção de Arte e Pensamento Russo. E o mestre da vez é ninguém mais, ninguém menos que EL LISSÍTSKI!

Trata-se de Arte e PANGEOMETRIA, texto que dialoga diretamente com abordagens críticas de grandes nomes da arte e do pensamento russo e soviético já publicados no Brasil. Entre eles, destacam-se figuras como Kazimir Maliévitch, Nikolai Púnin, Aleksei Gan, Serguei Eisenstein (publicados pela Kinoruss) e Pável Floriênski (Editora 34). Esses autores exploraram exaustivamente a percepção e a representação do espaço na arte, entendendo-as como elementos fundamentais para a construção de uma visão de mundo.


Capa de Arte e PANGEOMETRIA, terceiro volume da Coleção Arte e Pensamento Russo.

Os volumes da Coleção Arte e Pensamento Russo exploram a percepção e a representação do espaço na arte e destacam-se pela potência dos textos escolhidos, cuja inflexão teórica repercute na criação artística contemporânea e constituem exemplares preciosos do pensamento de seus autores.

Toda a vanguarda questionou o uso da perspectiva linear e se voltou para o legado do Oriente: a perspectiva inversa.

É isso que os textos que publicamos têm trazido: Eisenstein demonstra isso por meio de sua análise da série Carceri de Piranesi. Maliévitch coloca em questão o puramente geométrico quando expõe o percurso da linha por meio da cor e da sensação. E agora, trazemos Lissítski, que retoma e questiona a imposição da perspectiva linear por meio de suas obras e também de seus textos teóricos.


VOLUME 1: PIRANESI ou a fluidez das formas, de Serguei Eisenstein

Sob o olhar investigativo de Eisenstein, dirigido às estratégias de construção da imagem, nasce um dos textos mais sagazes sobre a percepção do espectador diante da "montagem" de planos concebidos por Piranesi.

VOLUME 2: Forma, Cor e SENSAÇÃO, de Kazimir Maliévitch

Maliévitch analisa as qualidades aditivas das cores sobre superfícies, tanto na construção de imagens como na manifestação de sensibilidades, examinando ritmos, temperaturas e intensidades cromáticas, que fazem da cor uma importante tradutora das percepções ópticas na observação do mundo.

VOLUME 3: Arte e PANGEOMETRIA, de El Lissítski

Lissítski explora as múltiplas possibilidades da construção de imagens a fim de investigar uma série de propriedades da nossa capacidade visual.


⚫ Para apoiar acesse: www.catarse.me/arte_pangeometria

⚫ Acompanhe nossas redes sociais e fique de olho em sua caixa de entrada para não se perder da gente.

➕ 📕📙 Conhece o selo VKHUTEMAS? Ele foi lançado em 2020, com a publicação do livro Vkhutemas: desenho de uma revolução, de autoria de Celso Lima e Neide Jallageas.

Se você acredita que nosso trabalho é útil e contribui para ampliar o conhecimento e o debate crítico em nosso país: apoie. Como? Comprando nossos livros, divulgando-os e participando de nossas campanhas de financiamento coletivo.

SEU APOIO É FUNDAMENTAL PARA CONTINUARMOS! OBRIGADA!

www.kinoruss.com.br

Queridos apoiadores, como vão?
Esperamos que bem!

Você que acreditou em nossa campanha para realização do livro Forma, cor e SENSAÇÃO; saiba que já estamos com a SÉTIMA campanha no ar!

A Kinoruss dá continuidade ao Selo VKHUTEMAS: Chega agora o segundo volume da coleção de plaquetes com imagens históricas e costura artesanal de projetos dos mestres das vanguardas russas/soviéticas. E o mestre da vez é Kazimir Maliévitch.


MALIÉVITCH: Pintura e Arquitetura traz um conjunto de textos que abordam diferentes perspectivas sobre a PINTURA E ARQUITETURA SUPREMATISTAS, conceitos formulados pelo mestre ucraniano/soviético Kazimir Maliévitch ao longo dos dois primeiros decênios do Século XX.

Entre 1927 e 1929 são publicados vários artigos de sua autoria em revistas internacionais. Um deles, sobre PINTURA e ARQUITETURA, na revista ucraniana Nova Gueneratsiia, em 1928.

A Kinoruss reuniu este e outros dois textos, de Aleksei Gan e Anatoli Lunatchárski, respectivamente, para compor uma nova *plaquete*, a segunda do Selo VKHUTEMAS. Não sabe o que é plaquete? Nossa editora explica aqui.

O conteúdo é resultado de pesquisa e seleção de nossa editora, Neide Jallageas; a tradução, direta do russo, é de Paula Vaz de Almeida e o design é de Paulo Angerami.

Convidamos você a visitar a página de nossa plaquete MALIÉVITCH: Pintura e Arquitetura no Catarse para dar uma olhada nas recompensas e no vídeo que preparamos. *Todas as publicações* que compõem as recompensas de "MALIÉVITCH" fazem parte do SELO VKHUTEMAS e possuem conteúdos que se interconectam como se fossem planetas de uma mesma galáxia. E mais: todas estão COM DESCONTO!

Para apoiar acesse: www.catarse.me/plaquete2_malievitch

// Esta é mais uma contribuição da Kinoruss para os estudos da História e Teoria da Arte, do Design e da Arquitetura no Brasil, com textos críticos fundadores de autores monumentais e pouco estudados nas universidades.

// Se você acredita que nosso trabalho é útil e contribui para com o conhecimento e debate crítico em nosso país: APOIE! Como? Comprando nossos livros, divulgando-os e participando de nossas campanhas de financiamento coletivo. Seu apoio é fundamental!

Obrigada por estarem com a gente!
Abraços e até a próxima!



edições e cultura

Olá,
Como vai?

Lembra que você apoiou Forma, Cor e SENSAÇÃO? Lembra que neste livro contamos sobre a relação de Maliévitch e Aleksei Gan?

Agora, em nossa sexta campanha, estamos trazendo justamente ele: ALEKSEI GAN, um dos mais influentes construtivistas, parceiro de Ródtchenko e companheiro de Esfir Chub. Veja abaixo Gan, fotografado por Ródtchenko e nosso livro CONSTRUTIVISMO.

Desta vez, faremos uma versão FAC-SIMILAR caprichadíssima do livro histórico CONSTRUTIVISMO, inédito no Brasil, escrito em 1922, JUSTAMENTE por ALEKSEI GAN. Abaixo, a versão original.

Você já sabe, mas não custa lembrar que, dentre os construtivistas, Aleksei Mikháilovitch Gan teve papel fundamental por sua atividade revolucionária, multidisciplinar e disposição para sistematizar teoricamente o que seriam os princípios construtivistas. Por outro lado, sua liderança e atuação prática como construtor é notável e se evidencia em numerosos projetos de sua autoria em múltiplos campos: edição, desenho gráfico, desenho de roupas, pôsteres, livros, revistas, arquitetura e cinema. Desenhou e publicou a revista Cine-foto (Kino-fot) e participou intensamente da revista Arquitetura Moderna, (Sovremniénnaia Arkhitektura) como designer e editor. Como integrante do Grupo OSA (Organização dos Arquitetos Modernos), buscava trazer para a discussão da arquitetura realizadores com trabalhos e perspectivas inovadoras, como por exemplo, Kazimir Maliévitch, cuja participação na Revista Arquitetura Moderna n. 5 publicamos no livro que você apoiou Forma, Cor e Sensação, em 2021.



Caso você não se recorde: "O texto [Forma, Cor e SENSAÇÃO] foi publicado devido à uma provocação de Aleksei Gan, que sempre manifestou o desejo de divulgar os estudos de Maliévitch, e justamente naquele ano o artista havia sido atacado em artigos de outros autores na revista, que questionavam suas escolhas estilísticas e cromáticas em seus trabalhos suprematistas" (LIMA, Celso, 2021, p. 10)

Convidamos você a visitar a campanha de nosso livro CONSTRUTIVISMO e dar uma olhada nas recompensas, inclusive o livro CARTAS 1927, com a troca de correspondências entre Gan e sua companheira Esfir Chub, traduzido por Cecília Rosas. Esse pequeno livro dá uma dimensão da cena soviética do período.

O texto completo chegará às suas mãos traduzido diretamente do russo por Priscila Marques, acrescido de notas da tradutora, com referências fundamentais para melhor compreensão dessa obra centenária. O volume da Kinoruss traz também uma cuidadosa biografia de Aleksei Gan, assinada por Celso Lima, e um ensaio contextual de Neide Jallageas.

Contamos novamente com seu apoio, inclusive colocando a boca no trombone para quem gosta de pensar e ir à fundo na arte, no design e na arquitetura, pois este novo livro é inédito no Brasil e dele há apenas uma publicação lançada no mundo e fragmentos esparsos em volumes sobre as vanguardas.

Saiba que graças ao seu apoio tivemos fôlego para continuar com nossas pesquisas e trazer projetos exclusivos para o Brasil! Muito obrigada por estar com a gente! <3

Para saber mais e apoiar nossa campanha, acesse https://www.catarse.me/construtivismo


Obrigada por confiar em nosso trabalho!
Abraços com carinho e até a próxima,
Neide e Fernanda.

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Era preciso passar para o experimento real dentro da própria vida.
Aleksei Gan

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Olá!

Você que nos apoia e confia em nosso trabalho talvez já saiba que estamos na reta final de nossa quinta campanha de financiamento coletivo aqui no Catarse! Resistimos ao longo período da pandemia e continuamos porque temos pessoas como você apoiando o que publicamos e por isso a Kinoruss se mantém viva e sou muito grata!

Dessa vez vamos publicar um compêndio de textos inéditos sobre o cinema de Andrei Tarkóvski. Reunimos estudiosos da pesada, daqui e de fora do Brasil que escreveram especialmente para nosso livro, que celebra os 90 anos de Tarkóvski: um luxo. Você encontra detalhes na página de nossa campanha, neste link aqui: https://www.catarse.me/at90anos

Se você já apoiou, meu muito obrigado! E, por favor, espalhe entre as chegadas e chegados que estamos preparando mais este livro maravilhoso e que, por meio da campanha aqui, além de nos apoiar, garante o livro por valor abaixo do que estará nas livrarias. Assim, todas/os ganhamos :)

TARKÓVSKI livro novo

Lembro ainda que no Brasil, até o momento, há apenas uma coletânea de estudos sobre o cinema de Tarkóvski (PANORAMA TARKÓVSKI) que, inclusive, foi publicada pela Kinoruss, em 2016. E este primeiro e precioso livro também está como recompensa da campanha. Vá lá que ainda há tempo e compartilhe esta boa nova. Faltam apenas cinco dias para a campanha terminar. Além do mais, precisamos aprender com grandes mestres e Tarkóvski é inspiração contínua: para o cinema e para a vida.

Beijos e muito obrigada pela atenção,

Neide

Prezado/a apoiador,/a

Neste boletim, como parte do nosso esforço de fortalecer o papel das editoras independentes no nosso mercado, você encontrará nossas recomendações de campanhas independentes atualmente abertas no Catarse! Não deixe de conferi-las! A Kinoruss também está aqui com nova campanha !


Contos tradicionais antigos e lendas atuais! inéditos no Brasil

catarse.me/horrororiental2

Teremos histórias da Índia, Filipinas, Indonésia, Laos, Irã (antiga Pérsia), Paquistão, Ryûkyû além de China e Japão, totalizando então 15 contos inéditos! Este projeto de traduções inéditas pretende trazer ao leitor de língua portuguesa um pouco mais do universo fantástico, sobrenatural e sinistro do mundo oriental, diminuindo as distâncias e diferenças entre culturas e aproximando no que interessa: o medo do desconhecido!


Fantasmas Pretos e Brancos

catarse.me/cram

Fantasmas Pretos e Brancos, de Ralph Adams Cram é uma pérola da literatura de horror sobrenatural inédita em português. Com apresentação e tradução do pesquisador Thassio Capranera, o primeiro livro da Melusine Press entrega ao leitor 6 inventivas histórias de fantasma escritas por um dos autores prediletos do mestre do horror H. P. Lovecraft.


Júlia Lopes de Almeida 160 anos

catarse.me/julia160

Uma edição para colecionadores dos melhores livros do casal mais influente da literatura brasileira, o Box Julinto traz três obras do casal Júlia Lopes de Almeida e Filinto de Almeida, com arquivos inéditos liberados pelos herdeiros para essa campanha.


Ensaios sobre a Guerra Rússia Ucrânia

catarse.me/ensaiossobreaguerra


Publicado pela Kinoruss Edições e Cultura, esse livro apresenta ensaios teóricos que possibilitam conhecer, refletir e debater sobre o atual conflito no Leste Europeu a partir da invasão armada da Rússia em território ucraniano. O livro abrange pontos de vistas diversos: geopolítico, literário, histórico, artístico e mais. Um profundo material escrito por pesquisadores do Brasil e do exterior, como Martín Baña (Argentina), Anna Smirnova Henriques (Rússia/Brasil), Volodymyr Tesko (Ucrânia/Brasil), Helen Petrovsky (Rússia), Yves Cohen (França) e Angelo Segrillo (Brasil). Organizado por Bruno Gomide e Neide Jallageas, pesquisadores brasileiros, que há longa data dedicam-se a estudar a cultura, a literatura e a arte russa.


Os Três Impostores, de Arthur Machen

catarse.me/impostores


Mais um resgate da editora Ex Machina para o público brasileiro, Os Três Impostores é o único romance de horror de Arthur Machen, agora em edição integral e anotada.

Publicado em 1895, Os Três Impostores é fragmentado em diversas narrativas emolduradas por um fio condutor principal. Os três impostores do título, membros de uma sociedade secreta de Londres, assumem identidades falsas e relatam histórias para conseguirem informações de outros personagens, com o intuito de encontrar uma famosa moeda romana ligada a um ritual pagão e um homem a quem perseguem: “o rapazote de óculos”.A trama envolvendo os impostores e sua presa é um thriller vitoriano alucinante, evocando o clima da Londres de Jack, o Estripador, com um desfecho impactante. As histórias narradas pelos impostores constituem obras-primas de horror que se destacam entre as favoritas de H.P. Lovecraft.


O roubo da Mona Lisa

catarse.me/monalisa


Simultaneamente, todos os jornais parisienses noticiaram que um crime estava próximo de acontecer. No dia 10 de agosto de 1912, aniversário do Museu do Louvre, um dos artefatos mais relevantes em exposição seria roubado, a obra mais famosa de Leonardo da Vinci. O episódio, chamado por toda a imprensa de “O roubo da Mona Lisa”, deixou Paris em polvorosa.

Cartas endereçadas às redações, detalhavam que, mesmo com a grande presença do público e todo o aparato policial em virtude das festividades do 119° aniversário do Museu, a Mona Lisa seria furtada durante o evento. As cartas eram assinadas por ninguém mais e ninguém menos que o maior ladrão de toda a Paris: Arsène Lupin.

Ainda que o roubo fosse improvável, as autoridades francesas pediram ajuda à Scotland Yard, que duas semanas antes do evento enviou para Paris o mais famoso detetive londrino, Sherlock Holmes, acompanhado de seu fiel companheiro, John H. Watson.

Sherlock seria capaz de decifrar todas as artimanhas de Lupin e impedir o maior roubo da história? O inteligentíssimo ladrão seria capaz de ludibriar até mesmo o Sr. Holmes?

Essa antologia é inspirada nos personagens Arsène Lupin e Sherlock Holmes, originalmente criados por Maurice Leblanc e Sir. Arthur Conan Doyle.


Roxo

catarse.me/roxo


No inverno de 1986, depois de uma festa em volta da fogueira, duas crianças encontram o cadáver de uma monitora no banheiro do acampamento de escoteiras. Olga Lacava, policial enviada para o local do crime, não hesita em revirar todas as peças do tabuleiro. Mas, pela primeira vez na carreira, ela falha. O caso permanece décadas sem respostas.

Em 2019, o corpo de uma estudante é encontrado em um bosque em Curitiba. Denise Solano, uma policial com a vida bagunçada, saindo do terceiro casamento, vê uma correlação entre os dois assassinatos. Juntas, Denise e Olga precisam colaborar para encontrarem as respostas da investigação. Numa trama repleta de mulheres corajosas, Roxo, segundo romance de Anréa Berriell, leva o leitor aos fantasmas de um passado onde nada é o que parece ser.


Terrores Latinos

https://www.catarse.me/terrores_latinos

Após o sucesso estrondoso de Terrores Asiáticos, em mais uma antologia assustadora, explorando os horrores espalhados pelo mundo, a Luva Editora, desta vez, volta sua atenção para as tradições da América Latina.

Habitamos um cemitério continental por onde ainda perambulam incontáveis fantasmas vingativos, almas penadas, espíritos protetores, reinos esquecidos de riquezas inimagináveis e muita história fantástica que precisa ser resgatada. E assim Terrores Latinos caminham entre nós.

Terrores Latinos revisitará 20 mitos e tradições que compõem o imaginário do terror latino-americano. Entidades pré-colombianas e assombros modernos de países como Brasil, Uruguai, Venezuela, Nicarágua, Guatemala, Peru, República Dominicana, México, e povos originários como os Charruas e Macuxis.

Para este projeto foram escalados autoras e autores relevantes no cenário fantástico nacional, entre eles finalistas e vencedores de prêmios renomados como: Jabuti, ABERST, Açorianos, Brasil em Prosa, Prêmio Machado Darkside, Argos, Odisséia da Literatura Fantástica, entre outros.


Não deixe de fortalecer, apoiando as campanhas das editoras independentes aqui no Catarse !


https://www.kinoruss.com.br/

Gente querida que nos apoia e confia em nosso trabalho!

É com alegria que hoje anunciamos:

1. O pré-lançamento de nossa próxima campanha aqui no Catarse, que trará o livro tão esperado da cineasta soviética ESFIR CHUB: Minha vida é o cinema. Haverá uma recompensa super limitada, só para os primeiros apoiadores, então ative o lembrete neste link !

2. O lançamento de uma página especial da Komunidade Kinoruss onde traremos conteúdo de nossas pesquisas mais recentes no campo da arte e cultura russa e soviética. Conheça essa linda novidade neste link aqui e fique sabendo mais sobre ESFIR CHUB !

Lembrete de recompensa super limitada, só para os primeiros apoiadores

ESFIR CHUB

traduzida do russo, publicada por nós, apoiada por VOCÊ !

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Minha vida é o cinema

Autora: Esfir Chub . Tradução de Chub: Priscila Nascimento Marques e Luis Felipe Labaki | Tradução dos poemas: Letícia Mei | Design: Paulo Mattos Angerami | Revisão e Preparação: Rodrigo Alves do Nascimento | Edição: Neide Jallageas

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Em mais de 400 páginas, com imagens preciosas de arquivos russos, memórias, ensaios e roteiros! Você adentrará o rico universo da Rússia pós-revolucionária e conhecerá um pouco das complexas relações entre os construtivistas, narradas em primeira pessoa por quem, desde o primeiro momento, quando o espírito revolucionário ainda vibrava, trabalhou com Meyerhold, ao lado de Lunatchárski; tornou-se amiga próxima de Maiakóvski, Viértov, Rodtchenko e Eisenstein; teve por companheiro Aleksei Gan, e ainda dedicou toda a sua vida ao cinema e a escrever sobre a arte de montar e dirigir um filme.

Esfir Chub foi uma cineasta das mais inventivas e a grande pioneira na arte de juntar fragmentos de filmes de arquivo para realizar um documentário. A História do Cinema, no entanto, não escreve uma única linha sobre ela, COMO SE ELA NÃO TIVESSE EXISTIDO! Vamos dar visibilidade a esta mulher potente, uma das maiores cineastas que já existiram? Comecemos JÁ !